100 dias do governo Witzel – Saneamento, Infraestrutura e Meio Ambiente

"O Plano do atual governo parte do diagnóstico de “falta de compromisso do governo anterior com o futuro das próximas gerações” e de uma economia baseada em royalties do petróleo, sujeita à oscilações. (...) Pensar o território e a infraestrutura somente através dos fluxos econômicos na ótica de empresas, inviabiliza o papel social do trabalho de integrar o território. As condições para apenas permanecer nele não são suficientes". 

 

POR: Marcos Albuquerque Educador Popular do Centro de Ação Comunitária (CEDAC).

Nikolaos Dimitriadis, Militante do Movimento Pró-Saneamento e Meio Ambiente, São João de Meriti/RJ (MPS).

 

 

100 dias de Governo Witzel: 100 dias de “desgovernos” para o mundo do trabalho

"Assim, o capital traz de volta o trabalho escravo do século XIX. Travestido de terceirização, escravidão digital, trabalho intermitente, precário, pois despossuído de direitos, (a praga do trabalho intermitente, aprovado no Brasil por Temer, que avança no mundo em crise capitalista, se caracteriza pelo vínculo trabalhista em carteira, mas sem garantias de horas, dias fixos de jornada de trabalho e direitos trabalhistas). 

Por Percival Tavares  – Pastoral Operária da Diocese de Nova Iguaçu

 

 

 

100 dias de Governo Witzel: Mobilidade, mobilização e monitoramento

"A importância de falar do direito ao transporte passa pelo custo que ele tem para as pessoas: no Rio, as tarifas do transporte público comprometem cerca de 20% da renda dos trabalhadores que recebem em torno de um salário mínimo, deixando de fora também aqueles que não podem arcar com o alto valor das passagens, especialmente mulheres negras, que possuem a menor renda mensal média entre os recortes de raça e gênero."

 

POR: Vitor Mihessen – coordenador de informação da Casa Fluminense

João Pedro Martins –assessor de informação da Casa Fluminense

Thábara Garcia – pesquisadora do Painel Agenda Rio 2030

 

 

100 dias de Governo Witzel: a Segurança Pública e os Direitos Humanos

"Toda essa violência letal assume uma conotação profundamente racista ao percebemos quem são os extermináveis na Baixada: negros e pobres, moradores das regiões mais periféricas da já periférica Baixada Fluminense. Pode-se afirmar, portanto, que o racismo de estado, visível na forma do estado brasileiro se constituir e funcionar seletivamente nas suas diversas áreas". 

 

POR: Adriano de Araujo, Coordenador Executivo do Fórum Grita Baixada (FGB);

Fransérgio Goulart, Coordenador do Projeto Direito à Memória e Justiça Racial do FGB;

Giselle Florentino, sistematizadora de dados do Projeto Direito à  Memória e Justiça Racial do FGB

Lorene Maia, articuladora de território do Fórum Grita Baixada.

 

 

A Baixada Fluminense e o Estado Penal  

"O que veremos nesse documento é a prova cabal dessa nova reconfiguração de poder, onde as violações de direitos irão acontecer em pleno Estado Democrático de Direito, principalmente a partir da atuação das forças policiais com aval dos Poderes Executivo e Judiciário"

 

POR Fransérgio Goulart,  Historiador, Assessor Político do Centro dos Direitos Humanos de Nova Iguaçu, militante do Fórum Social de Manguinhos e do Movimento de Favelas, Apoiador dos Movimentos: Mães de Maio, Mães de Manguinhos e Rede de Comunidades e Movimento Contra a Violência e Especialista em Políticas Públicas de Juventudes.  

 

 

 

Feminismo Negro: Dos desafios de combater a

violência de gênero na Baixada Fluminense

"Falar de feminismo negro é salientar que estamos tratando de mulheres negras na luta contra o machismo. E o machismo, assim como qualquer outra forma de opressão, pode incidir em seus corpos. Quando menciona-se Feminismo Negro, deve-se destacar que maioria das mulheres destes país são negras."

 

POR Lilian Barbosa, pesquisadora do Laboratório de Estudos de Relações Étnicos Raciais- NEPP-UFRJ. Bolsista do Núcleo de Solidariedade Técnica da UFRJ / SOLTEC

 

 

 

Pensar o desencarceramento pelo não encarceramento - "O sistema Jurídico se apresenta como o responsável pela mediação e garantia das propriedades individuais, dos direitos individuais de todos, munido de uma aparente neutralidade que o possibilitaria intervir, objetivamente, sobre as disputas postas na sociedade e garantir a justiça entre interesses diversos".

 

POR Rafaela Albergaria, mestranda no Programa de Pós-Graduação da Escola de Serviço Social da Universidade Federal do Rio de Janeiro, vinculada a linha de pesquisa Processo de trabalho e Expressões Contemporâneas da Barbárie.  

 

 

Violência e invisibilidades na Baixada: pra onde estamos indo? - "Se nos últimos anos, lidar com o aumento dos índices de violência tem sido comum para a população do Estado, na Baixada Fluminense o aumento dos índices causa preocupação e revela o descaso na oferta de políticas públicas eficazes e mais, o processo de invisibilização ocorre também na cobertura da imprensa que não acompanha a escalada dos números".

 

POR Diego Francisco,  jornalista, ativista social. Mestrando em Relações Étnico-Raciais no Cefet-RJ.

 

O percurso de um jovem morador periférico

da Baixada Fluminense no ensino superior - 

"O difícil percurso que muitos jovens enfrentam já começa na própria formação básica que, geralmente, é bastante precária. Além dessa desvantagem na formação escolar, há a falta de segurança, de mobilidade urbana e de acesso a atividades culturais e esportivas que também limitam muitos jovens, em relação ao desenvolvimento de suas potencialidades e interesses".

 

POR Luma S. Miranda, doutoranda em Língua Portuguesa da UFRJ

 

 

Cartografando vivências na Baixada cruel -

"Desde o início, aprendemos juntas como o conceito de “cartografia social” é fluído, um processo por si só de auto-afirmação, envolvendo práticas de mapeamento geográfico, percepções, registros, coleta de informações, trocas, vivências compartilhadas a partir de subjetividades" 

 

POR Marcelle Decothé, junior campaigner da Anistia Internacional Brasil

 

 

 

 

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